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Nintendo não quer nenhum envolvimento com a Yakuza

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Yakuza pode ser bacana nos jogos, mas Nintendo sabe o que ela faz na vida real...

A Yakuza parece divertida no mundo dos jogos, mas é importante não se esquecer que eles existem no mundo real e não são nada agradáveis. A japonesa Nintendo sabe muito bem disso e orienta que todos os seus parceiros comerciais não tenham qualquer envolvimento com a organização criminosa.

Seria uma postura bastante lógica, para não dizer óbvia. Entretanto, o fato é que a Yakuza está fortemente integrada na sociedade japonesa. O governo chegou a criar “decretos de exclusão da Yakuza”, para que não seja oferecido nenhum tipo de benefício financeiro para empresas ou cidadãos que coadunam com as chamadas “Forças Anti-Sociais”. Nesse caso, a Nintendo estaria seguindo uma linha que já vem vigorando no país.

O mais surpreendente nessa história é que essa revelação vem como mais um resultado da briga entre a Apple e a Epic Games nos tribunais. Um documento que apareceu durante o julgamento, apesar de trazer partes censuradas, mostra que a Nintendo leva esse assunto muito à sério. De acordo com o documento, qualquer empresa que tenha interesse em trabalhar com a gigante japonesa não deve ter relações com a Yakuza ou organizações Anti-Sociais similares, não deve utilizar da força como método de negócios ou ter envolvimento em fraudes.

Desde Yakuza 2, em 2006, um jogo da franquia não aparece nos consoles da Nintendo. Com esse documento confidencial vindo à tona, os fãs podem somar A com B e ficarem com a pulga atrás da orelha. Tem algo suspeito nisso tudo?

No ano passado, Toshihiro Nagoshi, criador da franquia Yakuza nos jogos eletrônicos, deu uma declaração polêmica a respeito: “As plataformas da Nintendo foram, e continuam a ser, jogadas pelos mais diversos grupos de faixas etárias, mas no geral, o console ganha força quando falamos de crianças e adolescentes”. Desta forma, ele não via a série chegando no Switch e essa seria a explicação “oficial”.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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