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Sobrevivendo à floresta de concreto em Garbage: Hobo Prophecy

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GHP bg Gamerview

No Gamerview, eu já sobrevivi a todos os tipos desafios digitais. Sobrevivi às florestas Amazônicas em Green Hell, aos horrores de várias mansões mal assombradas e aos confins do espaço. No entanto, Garbage: Hobo Prophecy me trouxe um novo reflexo, com um visual bizarro e personagens que parecem ter saído mais de um pesadelo do que um planejamento. Como é de se esperar, tudo com muito humor e piadas.

Sobrevivendo a temperaturas congelantes, comendo o que dá e roubando do lixo dos outros, assim fui sobrevivendo na inóspita cidade. Porém, diferente do que imaginei, a aventura através do mundo de Garbage: Hobo Prophecy foi mais difícil do que eu esperava. Afinal de contas, ser morador de rua em uma cidade fictícia onde ninguém joga lixo em terrenos baldios é mais difícil do que se espera.

Sai da minha “POPRIEDADE”!

De acordo com a “lore” contada de boca a boca entre os moradores de rua, um dia haverá O Mendigo entre os mendigos. Neste caso, o jogador é esse messias entre os moribundos e esquecidos pela sociedade. Minha aventura começou quando cheguei ao mais bizarro beco que já vi em minha vida. Não bastasse este já ser um local propício para uma base, meu mendigo mais parecia Bjorn Ironside do que morador de rua.

Imagem da Prévia de Garbage: Hobbo prophecy
Rinha de mendigo, novo esporte!

Coletando o lixo do lugar, comecei a montar minha própria versão do centro de operações G.I Joe. Só que, ao invés de veteranos militares, eram mendigos. No começo, controlava apenas Kenshi, um mendigo “ninja” americano com nome japonês e aparência dinamarquesa. Ele existe apenas para provar que Deus nos abandonou tem anos e que continuamos na Terra para sofrer. Através do tutorial, descobri o básico para continuar até a primeira luta e foi só até aí mesmo.

O jogo te diz para se fortalecer e construir estruturas para permitir que seu personagem e os seus seguidores sigam se fortificando. Tenho que admitir que, caso os moradores de rua na realidade se unissem como aqui, ninguém daria conta. Em Garbage: Hobo Prophecy, a única coisa que a mendigada faz é sair na porrada, puxar ferro e dormir. Afinal, no lixo que encontramos, recolhemos papelão, latas e vários matérias primas para aperfeiçoar cada vez mais o QG.

Ainda assim,  eu demorei muito para descobrir que, através do mapa, deveríamos invadir outras áreas, derrotar os mendigos de lá, recrutar novos moradores de rua e completar side-quests. Além disto, cada nova área explorada tem mais lixo para ser coletado. Porém, o fato de ter levado um bom tempo para descobrir isto fez com que meu personagem enfrentasse um rigoroso inverno sem roupas ou proteção, mas ele deu conta!

GHP 02 Gamerview
Que pizza o que? Vou é te sentar a madeira!

Sem drogas aqui parceiro, only STRONK

O inverno veio como um touro descontrolado e colocou o progresso do meu save em risco. Apenas de cueca, uma cabeleira bizarra e uma cama no espaço aberto, tive que tomar decisões. Sacrifiquei meu altere para poder criar uma fogueira e tocha respectivamente. A fogueira para me esquentar e a tocha para impedir que a água do chuveiro improvisado congelasse.

Porém, tudo ficou mais fácil com a exploração a outras partes da cidade. A partir daí, recrutei outros dois moradores de rua e o plano tomou forma. Um deles coloquei para treinar e usar em combates como Kenshi, já o outro ficava na beira do terreno pedindo doações. A base prosperou até o combate da imagem acima, afinal mal sabia eu que Garbage: Hobo Prophecy acabava após derrotar o Raiden Anão.

GHP 03 Gamerview
Top 10 personagens mais fortes dos animes.

Agora me resta esperar a vinda do game completo para poder terminar a saga  de Kenshi, o mendigo bizarro. Espero não perder o save, afinal de contas ele está extremamente poderoso, aprendeu técnicas devastadoras e senta a madeira em policiais, mendigos e lutadores do submundo. Entretanto, acho que, por hora, ele vai tirar férias dentro da caixa de papelão digital hipotética enquanto aguardo a continuidade da aventura.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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